Entenda o que é a computação em nuvem. O futuro iCloud

Um termo de destaque nos dias de hoje é o “Cloud Computing”, ou “computação em nuvem”. Ele é usado em relação a todo tipo de serviços web, novas opções de planos de hospedagem e assim por diante. Nesta segunda-feira a Apple irá apresentar o iCloud. O seu próprio serviço de compartilhamento em nuvem. Muito se discute sobre se o cloud computing é ou não uma boa opção e se ele é mesmo o futuro, ou se é apenas uma moda passageira. Em meio a todo o barulho, muita gente olha para cima, e se pergunta o que tudo isso significa. Se você é um deles, vamos a uma explicação simples.

Existem várias versões para a origem do termo, mas a mais popular é que o termo surgiu em tom de brincadeira, para explicar onde os serviços estavam rodando. Em vez de rodarem em um servidor, trancado em uma sala da empresa, passaram a dizer que eles estavam rodando “nas nuvens”.

A “nuvem” dentro da metáfora, nada mais é do que um conjunto de servidores, que rodam os mais diversos serviços e são conectados aos clientes através da Internet. Como os servidores estão escondidos em algum datacenter distante, e toda a manutenção, upgrades e modificações são feitas por equipes no local, sem qualquer intervenção dos clientes, o sistema todo se torna bastante impessoal, diferente de quando você cuida de um servidor real, por exemplo.

A idéia central por trás do Cloud Computing é fornecer serviços através da Internet, permitindo que você acesse arquivos, documentos, e-mail, rode aplicativos e assim por diante, a partir de qualquer PC conectado à web. Dois bons exemplos introdutórios seriam o Gmail e o Google Docs, dois serviços onde os dados são armazenados nos datacenters do Google e você simplesmente acessa as informações utilizando o navegador, seja através do próprio PC, ou de um smartphone ou qualquer outro dispositivo conectado:

 

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Não é preciso dizer que esta nova modalidades de serviços despertam muitos alertas com relação à segurança e à privacidade, uma vez que seus dados deixam de ficarem armazenados no seu PC e passam a fazer parte na nuvem, armazenados e replicados em diversos servidores.

Por outro lado, o sistema é muito mais simples e transparente de usar, uma vez que as informações podem ser acessadas de qualquer lugar e podem ser compartilhadas com outras pessoas rapidamente, o que é suficiente para garantir sua popularização. O usuário não precisa se preocupar em instalar o OpenOffice ou o MS Office, nem aprender como compartilhar arquivos ou fazer backups. As desvantagens, por outro lado, incluem a questão do desempenho (que fica condicionado à velocidade da conexão) e a limitação óbvia de que os aplicativos ficam indisponíveis se a conexão cai.

A idéia básica por trás da idéia é oferecer um serviço e não um software ou um servidor. As informações simplesmente ficam “na nuvem” e os usuários assinam os serviços que querem utilizar. Se a idéia e boa ou ruim, depende muito da situação e da responsabilidade da empresa que presta o serviço, mas não restam dúvidas que a nuvem vai continuar se expandindo.

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